quando eu, frágil e derramada sobre o leito, chorava.
e sôfrega entrei nelee saciei os seus beijos os quais me apaixonava
os quais me traziam a paz
e ali, ao clarear da noite, eu acreditei que de tudo era capaz.
perguntei-me se era do corpo ou da alma
se era do cérebro ou do coração
se era da ferocidade de um relâmpago ou da chuva serena e calma
se ali permanecia não era só por atração.
se ali me encontrava era por causa da sua força,
se ali o amava era por todas as sensações que ele me dava a sentir,
amava-o e fui capaz de admitir!
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