quarta-feira, 9 de julho de 2014

Por entre as flores do jardim

a tarde era perfeita, o céu estava pouco límpido, o mar estava calmo,
então decidimos passear no parque
e confessei-te que eras o almo,
o almo da minha felicidade, o almo da minha pessoa
queria-te e não havia outra maneira de o mostrar sem ser roubar-te um beijo.
desejei que o tempo parasse e que fôssemos infinitos
desejei que fôssemos um só,
que se juntassem os espíritos.
a tua pele era suave e os teus lábios macios,
as tuas palavras eram música e a tua alma era pura
e assim ocupaste os meus espaços vazios.
fiz-te, desse modo, dono de mim
e amei-te por entre as flores do jardim.

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